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	<title>Adriana Torres &#187; relacionamento</title>
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	<description>Porque Relacionar é preciso</description>
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		<title>As serpentes do meu caminho</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 04:40:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Torres</dc:creator>
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		<category><![CDATA[lenda da serpente e do vagalume]]></category>
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		<description><![CDATA[Existe um conto muito disseminado no mundo corporativo (e também nas palestras motivacionais de gestão de pessoas) que sempre me acompanhou de forma um pouco funesta. A Serpente e o Vaga-lume Conta a lenda que uma serpente, em uma noite qualquerr, começou a perseguir um vaga-lume. Este fugia rápido, apesar de confuso  por não entender o interesse da predadora. Mas a serpente era ardilosa e persistente e não desistiu fácil. Foge daqui, foge dali, o vaga-lume foi perdendo suas forças até que vapt! A serpente o alcançou. Vitoriosa, já ia devorá-lo quando o vaga-lume, ofegante, lhe disse: - Oh Serpente,<a href="http://www.adrianatorres.com.br/viajando-na-maionese/as-serpentes-do-meu-caminho.html">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
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		<title>Quando chega a hora de dizer adeus</title>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 02:18:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Torres</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Outro dia, recebi um email com um texto lindo falando sobre o fim de relacionamentos. Não me lembro o autor (e, sinceramente, em emails é algo que nem dou muita atenção, pois já vi diversos textos com nomes de autores que, tenho certeza, não escreveram o que estava lhes sendo atribuído) mas adorei o conteúdo, que falava simplesmente da mania que temos de sofrer quando algo acaba, sem darmos o devido valor ao que foi – e muito menos de compreendermos que tudo na vida é um ciclo, tendo início, meio e fim. Não é porque um relacionamento, seja ele<a href="http://www.adrianatorres.com.br/falando-de-marketing/quando-chega-a-hora-de-dizer-adeus.html">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
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		<title>Acreditar é preciso!</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 22:47:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Torres</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sei que isso parece título de texto de auto ajuda. E que está todo mundo cansado de ouvir/ler/falar sobre isso. Porém a cada dia percebo que, mesmo sendo um assunto tão debatido &#8211; poucas pessoas acreditam realmente. O que é acreditar? De acordo com nosso querido dicionário significa crer em algo. Também significa afiançar, conceder reputação a, tornar digno de crédito. Enfim, é confiar que uma pessoa, informação, produto ou ideia é verdadeira (algumas pessoas acreditam que ambas as palavras &#8211; confiar e acreditar -  possuem significado diferentes &#8211; bem, também acreditamos em coisas diferentes&#8230;) Eu vejo a falta dessa<a href="http://www.adrianatorres.com.br/grupo-solidario-2/grupo-solidario-dicas/acreditar-e-preciso.html">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
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		<title>Dia das mães&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 09 May 2010 03:03:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Torres</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Minha mãe, com a neta Debora no dia do batizado. A palavra mãe sempre me emociona. De um lado, por eu mesma não ter &#8220;parido&#8221;. Estamos no século XXI mas uma mulher que não teve filhos ainda é vista como um ser estranho. E sim, muitas vezes me sinto dessa forma. Por outro lado, a falta que minha mãe me faz é algo que se faz presente a cada dia. Em cada dificuldade ou alegria, é para ela que meu pensamento se dirige. Não sou mãe. Ok, crio uma sobrinha, dois cachorros, dou conselhos sentimentais, ajudo pessoas a encontrarem novas<a href="http://www.adrianatorres.com.br/viajando-na-maionese/dia-das-maes.html">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
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		<title>Porque tenho medo de lhe dizer quem sou?</title>
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		<pubDate>Sun, 09 May 2010 02:08:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Torres</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando eu tinha 18 anos, fiz terapia pela primeira vez. Eu tinha acabado de perder meu avô e quem já leu outros posts meus deve imaginar o quanto foi complicado esse período. Fui sua acompanhante, filha e amiga por quatro anos, ou seja, por toda a minha adolescência e, por vários motivos, sua ausência abalou seriamente minha estrutura, ainda tão frágil. Primeiro, porque eu o amava muito. E, mesmo acreditando que era uma separação temporária, me sentia desamparada sem sua presença. Mesmo doente, sua personalidade era marcante demais para não fazer falta. Segundo, pela culpa. Conviver com pessoas doentes não<a href="http://www.adrianatorres.com.br/viajando-na-maionese/porque-tenho-medo-de-lhe-dizer-quem-sou.html">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
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		<title>O tempo em que palavras tinham valor</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 20:59:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Torres</dc:creator>
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		<category><![CDATA[confiança]]></category>
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		<description><![CDATA[Sou saudosista, fato. Gosto de comida feita em fogão a lenha, de boleros antigos, de homens que abrem a porta do carro e de respeito para com os mais velhos. Amo a tecnologia e esse mundo louco em que vivemos, mas acredito que existem coisas boas no passado que não devem ser descartadas somente por serem “antiquadas”. Assim,  vejo com grande carinho a velha mania de contratos de palavra. Se meu avô prometia algo a alguém, pode ter certeza que essa promessa seria cumprida. Afinal, as palavras tinham um valor  incomensurável naquele tempo. Os contratos eram verbais, feitos na base<a href="http://www.adrianatorres.com.br/viajando-na-maionese/o-tempo-em-que-palavras-tinham-valor.html">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
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		<title>Relacionamentos fast food: eu digo não!</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 12:58:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Torres</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sei que vão dizer que estou cuspindo no prato que como, várias vezes por mês. Realmente, adoro a facilidade de um Mc Donalds ou de uma pizzaria delivery na loucura que é o meu dia a dia. Quantas vezes, assoberbada de atividades, abdico da experiência deliciosa que é cozinhar, para pedir, sem sair do meu trabalho (ou seja, do notebook) um alimento que degusto em poucos minutos e que me rende algumas horas a mais de produtividade. Afinal, nem preciso arrumar a cozinha depois. Mas, não posso deixar de notar, entristecida, o quanto a cultura fast food tem, assustadoramente, permeado<a href="http://www.adrianatorres.com.br/viajando-na-maionese/relacionamentos-fast-food-eu-digo-nao.html">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
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		<title>Marketing: o nome do jogo*</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 03:25:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Torres</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O título deste post** ilustra bem o que realmente é marketing – e o perigo de se enxergar sua teoria apenas por algumas de suas atividades. Em um jogo de futebol você tem jogadores, campo, gramado, bola, trave, etc., etc&#8230; E ainda tem todo um conjunto de pessoas e processos que suportam esse esporte – como o treinador, o preparador físico, a sede do clube, os dirigentes, o administrativo do clube, os recursos financeiros, etc. Tentar explicar o futebol só apontando aquela figurinha odiada pela maioria e que fica apitando o tempo inteiro é tão errôneo como só enxergar o<a href="http://www.adrianatorres.com.br/falando-de-marketing/marketing-o-nome-do-jogo.html">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
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		<title>Pausa para o Jantar&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 02:08:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Torres</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8230; para o almoço, para o lanche, para o café da manhã&#8230; Retomando o último post sobre relacionamento, posso dizer que também aprendi nesses meses como a gastronomia pode ser um tempero mais que especial para esquentar o jogo. Entre aventuras culinárias descobri um jeito muito divertido, gostoso e, ao mesmo tempo sensual de curtir momentos românticos. Como eu disse, o romantismo faz parte de mim. Adoro músicas do estilo samba-canção, bolero e uma infinidade de outras “dor-de-cotovelo”. Minha mãe dizia que eu nasci na época errada. Nessas horas, eu sempre me imaginava sentada numa mesa do bar, ao lado<a href="http://www.adrianatorres.com.br/viajando-na-maionese/pausa-para-o-jantar.html">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
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		<title>Newtorking: relacionar é realmente preciso!</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 20:01:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Torres</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há semanas atrás vi um tweet do brilhante @darcio_martins – um dos poucos e queridos amigos virtuais que sabem que marketing não é propaganda (logo, logo, um post sobre isso) e que tenho prazer de seguir no twitter, tanto pelos excelentes links sobre mídias sociais quanto pelas suas costumeiras flechadas contra os “analistas de mídias sociais” que hoje proliferam na rede internáutica. Nos seus 140 caracteres, Darcio mencionou sobre cartão de visitas não ser networking.  Concordo com ele – cartão de visita não é networking. Assim como comunicação não é marketing. Mas faz parte. Tudo faz parte. Claro que todo<a href="http://www.adrianatorres.com.br/falando-de-marketing/newtorking-relacionar-e-realmente-preciso.html">&#160;&#160;[ Leia mais ]</a>]]></description>
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